sexta-feira, 11 de março de 2011

SAIBA VIVER



Saiba viver

Viver é inventar seu dia.
É desconhecer a arrogância.
Exalar pura energia.
Fazer poemas de amor.
Devolver sorrisos.
Acreditar que o bem vence o mal, sempre.
Enfeitar o coração com cores.
Conquistar amigos e ser sempre leal e fiel.
Transformar dor em alegria.
Ser amor de coração.
Inspirar justiça.
Viver é correr atrás dos sonhos, da inspiração, dos projetos.
Buscar entendimento das coisas.
Ser sempre da paz.
Agradecer as dádivas recebidas.
Buscar o que te faz bem e aos outros também.
Amar! Pintar o mundo com as cores que te der na telha.
Estar sempre jovem.
Viver é ser sempre verdadeiro.
É constantemente redescobrir as coisas belas da vida lembrando que o sorriso é o idioma universal.
Ouvir música que acalme a alma.
Desacelerar e aproveitar o tempo, cada pequeno momento de prazer.
Lembre-se: o final não existe.
Tudo é um eterno recomeço.
Viver é simplesmente ver a vida com o coração.

(Autor Desconhecido)

quinta-feira, 10 de março de 2011

RECOMEÇAR


Não importa onde você parou …


em que momento da vida você cansou…

o que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.

Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…

é renovar as esperanças na vida e o mais importante…

acreditar em você de novo…

Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado.

Chorou muito? Foi limpeza da alma.

Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia.

Tem tanta gente esperando apenas um sorriso seu para “chegar” perto de você.

Recomeçar…

hoje é um bom dia para começar novos desafios.

Onde você que chegar?

Ir alto… sonhe alto…

queira o melhor do melhor…

pensando assim trazemos pra nós aquilo que desejamos…

Se pensarmos pequeno coisas pequenas teremos ….

Já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar em nossa vida.

“Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.”



Carlos Drummond de Andrade

sábado, 5 de março de 2011

Porque tudo tem que ser tão dificil...

Na maioria do tempo não conseguimos agradar a todos a nossa volta, agradamos a uns outros não, o problema é quando nos perdemos na busca infinita de satisfazer a quem amamos e ficamos sem identidade na maioria do tempo, abdicando do que realmente queremos e quando se damos conta, não ao menos sabemos mais quem somos, ficando presos dentro de uma vida, que não é mais sua, mas...


A vida me ensinou...
A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim,
Para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir; aprender com meus erros.
Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.
A ser forte quando os que amo estão com problemas;
Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho;
Ouvir a todos que só precisam desabafar;
Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa;
A pedir perdão;
A sonhar acordado;
A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
A aproveitar cada instante de felicidade;
A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas",
embora nem sempre consiga entendê-las;
A ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;
A abrir minhas janelas para o amor;
A não temer o futuro;
Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente,
como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.

quinta-feira, 3 de março de 2011

O Bloco do Lixo

Dessa vez vou contar um fato que aconteceu com as crianças durante o Carnaval.

Todos os anos nós alugavamos uma casa na praia em Natal e deixavamos as crianças lá durante a semana com Tio Peixe e Evani, só nos finais de semana é nós dois íamos pra lá e assim foi por muitos anos.

Quando terminava o veraneio, as crianças ficavam inquietas até começar as aulas,  todos os dias queriam sair de casa, então eu os trazia todos os dias para a casa da vovó deixava um em cada avó já que moravam bem perto uma da outra, assim dividia o trabalho que eles davam e evitava que fossem arengar (brigar).

Mas as crianças do bairro se juntavam para andar na rua batendo em latas dizendo que era o bloco do lixo. Os dois capetinhas eram bem espertos e combinaram que quando eu os deixasse e seguisse para o meu trabalho eles se juntavam as outra crianças e ficavam nessa bricadeira rua acima rua abaixo, até que um dia minha mãe vinha da mercearia e encontrou esse monte de crianças nessa algazarra, eram tantos e alguns estavam fantasiados que ele nem os reconheceu, mas Lindnara que era muito simpática quando viu que a vovó não a estava reconhecendo, gritou toda feliz "VOVOOOO" dando com a mão. Minha mãe ficou muito surpresa com esses meninos na rua quando já eram quase 11:00 e o sol estava bem quente, mas deu com a mão e passou, pois nçao queria ser a vó chata, já que a outra fazia tudo do jeito que eles queriam.

Quando chequei para busca-los, minha mãe me perguntou se eu sabia que esses menimos estavam soltos na rua correndo atras do bloco do lixo, eu muito assustada disse que não sabia e fiquei muito brava. Quando chegamos em casa,chamei os dois para conversar e explicar o quanto era perigoso ficar na rua, Lind muito serelepe foi logo respondendo: AHH é assim, pois agora quando eu encontar vovó na rua não falo mais com ela, ela nem tinha me visto, foi eu que falei com ela, mas agora não falo nunca mais, sabia?

E assim foi mais um carnaval para essas crianças. 

quarta-feira, 2 de março de 2011

O RABO DA BURRINHA




 O carnaval chegou! Hoje ao ver muitas crianças acompanhando o bloco do Magão lembrei de quando meus filhos eram crianças brincando durante o carnaval.

Dinobergh quando tinha 7 anos queria porque queria uma burrinha para brincar o carnaval, mas naquela época aqui não existia esses adereços prontos para vender, então a solução foi seu avô paterno que lhe queria muito bem fazer uma burrinha, só que a grande dificuldade foi arranjar um rabo para a burrinha, mas o vovô tanto procurou que arrumou um rabo de cavalo de verdade. Meu Dino ficou feliz da vida com essa burrinha pois só ele entre os amiguinhos tinha uma burrinha com rabo de verdade os demais o rabo era feito de retalhos de tecido então todos admiravam essa burrinha.

O carnaval acabou, a burrinha foi embalada e guardada para o ano seguinte na casa da vovó, mas nesse interim entrou uma empregada nova na casa da vovó que era muito curiosa e mexia em tudo, não deu outra ela cortou o rabo da burrinha e jogou fora.

No ano seguinte quando chegou o carnaval que o Dino foi procurar a burrinha a mesma estava sem o rabo, foi aquele chororô e todos queriam saber o que tinha acontecido com o rabo da burrinha, a Xuxa (apelido da empregada) ficava bem caladinha e não dizia nada, até que Peru desconfiou da mesma e começou a interroga-la, então a Xuxa confessou que tinha cortado e jogado no lixo. 

Dino ficou desapontado, e não se conformava que a burrinha dele iria ficar com um rabo feito com algumas tiras de tecido, como não tinha outro jeito já que o vovô não estava mais entre nós não houve quem conseguisse outro rabo de cavalo para a burrinha, a única saída foi um rabo de tiras mesmo.



Dino ficou com tanta raiva dessa moça que não falava com essa moça por nada nesse mundo, depois de muitos anos, quando ja estava adulto foi que fez as pazes com a xuxa, mas até os dias de hoje quando chega o carnaval ele relembra a raiva que teve quando descobriu que a burrinha estava sem rabo.

Pois é Dino, eu tinha que contar mais essa.
Aí está a prova, a burrinha com rabo feito de tiras.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

RESPEITO é necessário sempre

É necessário que haja sempre em todos os momentos respeito entre as pessoas, principal,mente quando se trata de pais e filhos, algumas pessoas falam sem pensar e acabam agredindo, magoando uns aos outros e essas mágoas deixam cicatrizes profundas.

Não podemos jamais permitir que os problemas diários se transforme em brigas entre as familias, não há um grande mal entendido que uma boa conversa não resolva.
O diálogo é sempre a melhor opção para se resolver os conflitos, quando falo diálogo é porque no meu entendimento numa conversa é necessário saber o momento de falar e ouvir, quando so um fala   o que era pra ser diálogo transforma-se em monólogo e nada se resolve, muitas vezes o problema só cresce.

Experimente pregar muitos pregos em uma tábua, depois arranque todos e verás que onde os pregos foram fincados mesmo depois que foram retirados permaneceu os buracos, quando se passa uma lixa querendo se livrar dos buracos a tábua fica mais fina e consequentemente mais fraca.

Assim também são as mágoas

sábado, 19 de fevereiro de 2011

A MENINA E O RADIO

Como ja disse aqui várias vezes, tive uma infância muito pobre, lá em casa não tinha nada de móveis eram apenas alguns potes de barro para armazenar água, dois ou três tamboretes (cadeira) de madeira e as redes de dormir, era um montes de criança pequena (são 14 irmãos) mas ninguem tinha brinquedos e brincavamos com sabugo de milho, ossos, pedra etc.

Mas quando eu já tinha mais ou menos uns 10 anos minha mãe começou a dar aulas no MOBRAL (alfabetização de adultos) e com o primeiro dinheiro que recebeu comprou um radio portátil a pilha e quando chegou em casa foi a maior festa lembro que ja era quase noite e que nesse dia a meninada quase não dormiu ouvindo esse rádio enquanto tinha emissora no ar e logo na madrugada ja estavam todos acordados, e meu pai com esse rádio no colo rodeado de menino admirando a conquista.

O tempo foi passando e minha mãe que era muito esforçada foi escolhida pela comunidade para ser a presidente do Clube de Mães (uma especie de ONG para assistir as famílias pobres) e depois de um tempo ganhou um brinde por seu desempenho um novo rádio, só que dessa vez era um rádio grande de marca famosa ABC de ouro era o que existia de melhor na época,  lembro até hoje do seu orgulho ao chegar em casa com esse prêmio, era o que todo mundo da comunidade gostaria de possuir, um rádio ABC de ouro.

Mas como dizem que alegria de pobre dura pouco, a dela durou pouco mesmo, logo logo esse rádio apresentou defeito e só falava quando queria nunca dava certo na hora que se queria ouvir o programa favorito, e assim ficou por muito tempo.

Então quando eu mudei para estudar em Caicó, falava muito desse rádio para a dona da casa que eu morava, e como era uma senhora muito generosa, um dia quando fui na casa dos meus pais ela me mandou trazer esse rádio para pagar o conserto, eu muito satisfeita trouxe, deixei na eletrônica e uma semana depois estava pronto, consertado, perfeito. Mandei nos carros da feira para entrgar a minha mãe e depois de alguns dias o problema voltou e minha mãe veio a Caicó trazer esse rádio para o conserto outra vez já que ainda estava no período de garantia do serviço.

Depois de uma semana estava pronto e lá fui eu buscar esse rádio na eletronica para mandar pra casa outra vez. Quando cheguei para pegar esse rádio, o homem que me entregou testou na minha frente estava tudo funcionando perfeitamente, e lá fui eu para a parada dos carros da feira com esse rádio na cabeça já que era bem grande e eu sempre fui baixinha, mas quando cheguei na parada dos carros que era um distância bem razoavel da eletrônica, resolvi testar antes de entregar ao portador, mas para minha decepção o rádio não funcionou, ai não tive outra alternativa a não ser voltar com o rádio na cabeça para a eletrônica e quando cheguei lá que o homem ligou o radio não tinha problema, funcionou normalmente.
Essa viagem se repetiu umas quatro vezes nesse dia, até que me zanguei e deixei o bendito rádio na eletrônica, mas infelizmente esse rádio que era o único devertimento de minha casa, nunca prestou, era sempre esse tormento e ficou assim por muitos anos até que depois minha mãe conseguiu comprar um outro rádio portátil.

Hoje eu trabalho numa concessionária de automóveis, e quando chega um cliente  reclamando de algum defeito em seu veículo e diz que quando chegou na loja o defeito sumiu, eu sempre lembro desse episódio, e dependendo da intimidade que tenho com a pessoa, conto essa história que é motivo de muitas e boas risadas.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Fazer o bem sem olhar a quem






Hoje vi no Jornal Nacional da TV Globo, a reportagem de uma senhora que estava em trabalho de parto indo para o hospital de onibus, e quando desceu do onibus seu bebe nasceu no meio da rua e ainda bateu com cabeça no chão, as imagens que foram exibidas mostrava a senhora segurando o bebe e o cordao umbilical pendurado sangrando.

Sentí um misto de piedade e tristeza, e fiquei analisando como a vida é dificil para algumas pessoas e outras esbanjam tanto, gastam sem limite.
Como ajudamos pouco o nosso semelhante, se aquela senhora tivesse recebido ajuda para ir ao hospital teria evitado essa situação, quantas pessoas pagam por uma garrafa de vinho 4 ou 5 vezes o valor que um táxi cobraria para transportar aquela senhora de sua casa até o hospital. Era vísivel a vergonha que ela sentia e a tristeza de estar vivendo aquele momento.

Essa criança deve ter uma missão muito especial nessa vida, já nasceu chamando atenção para as desigualdades. Que Jesus lhe abençõe, cresça com saúde, cercada de muito amor e seja um cidadão do bem e que tenha condições financeiras de dar uma nascimento mais tranquilo aos seus filhos.
Se cada um fizer um pouquinho dar para diminuir e muito o sofrimento de nossos irmãos que padecem por tão pouco, sei que a miséria não vai acabar, mas pelo menos as pessoas que estãos mais proximo serão aliviadas.

Pense nisso, faça a sua parte que Deus te recompensará e tenho certeza que vai se sentir muito bem.

Como diz a música, que a sua mão esquerda não veja o que a direita fizer.


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Os opostos se atraem

Dizem que os opostos se atraem,  concordo  plenamente, eu e Lindbergh temos tantas diferanças que só conhecendo para acreditar, muitas vezes minha filha me pergunta, Mãe como é que duas pessoas tão diferentes  vivem juntos e se dão bem por tanto tempo?

Vou contar aqui algumas:
Eu sempre dormi de cama e ele de rede, quando casamos não tinha rede, só tinha a cama então ele foi obrigado a dormir de cama, mas eu me remexo tanto que passava a noite empurrando o coitado da cama, imagine a situação, ja não gosta e ainda passa a noite sendo chutado, então ele aguentou poucos dias, deu logo um jeito de fazer um crediário e comprar uma rede, mas não resolveu o problema, como escolheu a que era mais barata, era uma rede listrada (gosta de listra viu, até na rede) mas as listras verticais, eram alternadas uma macia e uma dura, foi mais um tormento, não conseguia se equilibrar dentro dessa rede, e continuou sem conseguir dormir tranquilo e ainda tinha contraido uma dívida,  até que a mãe dele descobriu o que estava acontecendo e lhe deu uma rede macia de presente, aí desse dia em diante foi resolvido.

As diferenças não param por aí não, tem muito mais
Ele é altamente extorvertido, brincalhão, onde chega mexe com todo mundo, eu já sou meio introvertida, observo mais que falo, e dizem que sou muito fechada (não me acho tanto), mas se eu falasse tanto quanto ele faltava espaço para os dois.
Até na comida nós somos diferentes, eu gosto de carne magra muito bem passada quase queimada (ressecada mesmo, dura) ele ja gosta de carne de mal passada ao ponto, macia e bem gorda. já o frango eu gosto da carne branca e ele dos pedaços que tem ossos assim não tem briga .
Quando o assunto é som (musica) aí é qua a diferença é grande, eu gosto de ouvir no volume bem baixo, ele quanto mais alto melhor e quando toma umas doses, então é ensurdecedor.

Por hoje já basta, não é mesmo? Qualquer dia postarei mais algumas.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

DINHEIRO PRA QUE DINHEIRO......

Tenho refletido sobre esse paradoxo chamado dinheiro, que faz bem e também faz tanto mal.
Vivemos correndo o tempo todo para ganhar dinheiro, pois precisamos dele para todas as nossas necessidades e no entanto quem consegue muito dinheiro perde a paz. 

A falta do dinheiro é o maior responsável pelas brigas entre casais,  irmãos e pais e filhos, enfim gera corrupção e outros maleficios.

Mas ninguem consegue viver sem dinheiro e quando bem usado, mata a fome, salva vidas e dar muito conforto, mas nem sempre  traz felicidade.

Quando se trata de dinheiro, não existe amizade, o dinheiro enfeitiça as pessoas, gera ganancia, inveja e aí o mal se instala.

Mas vamos olhar só para o lado bom, e procurar fazer bom uso do nosso rico dinheirinho, usar apenas para fazer o bem.